Fim do mundo. Cinco anos jogados fora. Me questiono quase que diariamente sobre isso.
Sabe aquele cara que você diz que é destino, aquela coisa ridícula de "com ele, eu caso!".
Acabou.
Em um dia, simplesmente e absolutamente TUDO, acabou.
Ele pos um ponto final. Mandou eu seguir minha vida, como se ele tivesse esse direito.
Sim, eu entrei em desespero. Morri ali, naquele momento.
No dia seguinte, foi dificil...lembrava toda hora da criatura, dos momentos.
Hoje, eu lembro do que exatamente? Das merdas que aconteceram.
Estranho como parece que só o que foi ruim ficou. Triste. Totalmente depressivo isso.
Acho que eu o colocava em um pedestal, acima de todos os homens e gêneros.
Melhor do que ele não poderia existir. Impossível!
Resolvi não ficar me martirizando, mas os outros fazem isso o suficiente por mim. "Já esqueceu seu namoradinho então?". Porra, não! Claro que não. Jamais esquecerei o meu primeiro amor, que me fez sentir e conhecer o segundo: o amor próprio.
Graças a ele, eu estou bem. Eu fiquei muito bem, obrigada.
Eu acho que de tanto uma amiga minha martelar isso na minha cabeça, eu acredito em destino. O que tiver de ser, vai ser.
Depois dele, ressurgiu um imbecil na minha vida. É, o sr. Malabares! Lembra? Está a três posts abaixo. Vivi com ele o momento mais patético de toda a minha história. Um Ode ao Amor mau amado. Um beijo. UM! Que acabou com toda a nossa historinha sem começo nem fim.
Exatamente, sem fim, porque acredito eu que não acabou, e é isso o que me incomoda mais.
Porém, ele me trouxe um grande presente também. Me deu, assim, de mão beijada, o meu novo affair. Romântico, né?!
Se ele sabe? Talvez sim, talvez não.
Não acho que isso seja da conta dele. No final de tudo, a satisfação é só minha.
E o prazer, meu bem, foi todo seu...
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
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