Ontem eu invitavelmente fui ler o livro que tanto esperei. Está inacabado, porém, completo.
Cheio de detalhes de um história que agora faz parte da minha.
A leitura foi boa; incrível como devorei aquelas poucas páginas do começo.
Devorei tanto que deu indigestão. É difícil...
É muito difícil saber que aquela pessoa do livro existe, aquela história foi real. Fiquei por alguns momentos parada, pensando "Como pode alguém tão maravilhoso ter feito tanta merda?".
Não fiquei decepcionada, aquilo era novidade para mim. A narrativa me surpreendeu muito e isso só me fazia ter mais e mais interrogações na cabeça. "Por que tudo isso?!".
Eu e ele. Tudo aconteceu muito rápido...como na velocidade da luz!
É foda quando perdemos o controle dos nossos sentimentos. De início, eu renegava a existência de um coração dentro de mim. Não queria ter sentimentos, não queria saber de mais ninguém entrando assim na minha vida, fazendo parte de tudo, pra depois chegar a um fim.
Ele quebrou todas as minhas barreiras de um jeito muito fácil. O jeito dele.
Quando eu vi, já estava entregue, e em paz. Simplesmente.
Voltando ao assunto do livro, foi uma experiência assustadora, porque eu sabia que ali não tinha ficção, não era um romance. Foi tudo verdade, aconteceu. Fiquei tão confusa que ele percebeu...
Ele ficou preocupado, e eu também! Muita informação para uma noite só.
Cada linha, cada parágrafo era uma deliciosa ou dolorosa novidade.
E tem humor também...de bom gosto, ironias que me fazem rir e achá-lo mais insuportavelmente incrível! Ninguém nunca me surpreendeu tanto nessa vida...
Todos os dias, vejo o quanto gosto e quanto quero estar perto, e o quanto eu tenho medo de tudo isso! Mas quando eu vi, eu já me joguei, eu me entrego. Espero que com ele, sofrimento seja lenda, um mito para os descrentes. Chego então à seguinte conclusão:
Ele é como uma avalanche no meu coração. Leva tudo embora, me traz aquela sensação maravilhosa de se sentir desejada e amada. Não sei nem se ele ama, mas não me importa.
Baby, depois disso, só uma coisa eu sei: nos teus braços eu posso até morrer.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
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